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segunda-feira, 24 de setembro de 2012


Eleições 2012 | Presidente Dilma Rousseff visita Salvador e Feira de Santana com objetivo de alavancar candidaturas petistas
Dilma Rousseff e Zé Neto. Endosso da presidente ao programas do PT em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Dilma Rousseff e Zé Neto. Endosso da presidente ao programas do PT em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Nos próximos dias 28 e 29 de setembro (2012), a presidente Dilma Rousseff visita Salvador e Feira de Santana com objetivo de reforçar as campanhas petistas de Nelson Pelegrino e Zé Neto. As informações foram passadas por um membro da executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores.
Como estratégia de campanha, Rousseff vai endossar apoio federal aos programas de mobilidade urbana, a exemplo do Tri Via, apresentado por Zé Neto, em Feira. Além do apoio a construção de uma moderna central de abastecimento de alimentos, investimentos nas vias municipais, como a Noíde Cerqueira e Ayrton Senna, e o início das obras do Parque da Lagoa.
Em Salvador, a presidente vai reafirmar o compromisso de investimentos federais no Programa Minha Casa Minha Vida, e no sistema portuário. Dilma também assume o compromisso em estabelecer programas de geração de emprego e renda para a capital baiana.
Wagner na articulação
A expectativa é que Rousseff endosse investimentos federais para a construção da ponte Salvador – Ilha de Itaparica, como um aceno ao governador Jaques Wagner. Considerado um dos principais nomes internos do PT, Wagner volta a assumir uma posição de destaque na coordenação nacional do PT, assim que as eleições municipais forem finalizadas.
Com o resultado das Eleições 2012, o PT traça a estratégia de poder para ocupar espaços no Congresso Nacional, governos estaduais, e na manutenção do poder da presidência da república. As Eleições de 2012 servem de parâmetro para a definição da estratégia do PT, e formulação de alianças com partidos da base governista.
Comportamento do eleitor
Zé Neto e Luiz Inácio Lula da Silva. Ex-presidente visitou Feira de Santana e saiu empolgado. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Zé Neto e Luiz Inácio Lula da Silva. Ex-presidente visitou Feira de Santana e saiu empolgado. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Na avaliação da executiva, sondagens apontam mudanças positivas no comportamento do eleitorado em Salvador e Feira de Santana. Nas duas cidades, os partidos de oposição ao governo Rousseff encontram-se aglutinados em torno das candidaturas de ACM Neto e José Ronaldo, o embate, nestas cidades, reproduz a disputa nacional, o que motiva as lideranças do PT a reforçarem as campanhas.
Visita de Lula
Segundo a fonte, o ex-presidente Lula, após recente visita à Bahia, saiu empolgado com a receptividade e o carinho do povo, e pediu a presidente Rousseff que desce atenção especial à campanha na Bahia.
Jornal Grande Bahia | Fonte: Carlos Augusto

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Desde o início da República no Brasil, Eduardo Campos é o 54º Governador de Pernambuco

Eduardo Henrique Accioly Campos nasceu no Recife em 10 de agosto de 1965. Aos 16 anos, ingressou na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para cursar Economia. Aos 20, formou-se como aluno laureado e orador da turma. Começou a militância política ainda na universidade, como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia.

Em 1986, trocou a possibilidade de um mestrado nos EUA pela participação na campanha que elegeu para o Governo de Pernambuco o seu avô, Miguel Arraes - que em 1979 retornara ao Brasil depois de 15 anos de exílio. Em 1990, ingressou no Partido Socialista Brasileiro (PSB) e foi eleito deputado estadual. Chegou ao Congresso Nacional em 1994, mas ficou à disposição do Governo de Pernambuco. Exerceu os cargos de Secretário de Governo da Fazenda do Estado entre 1995 e 1998. Nesse mesmo ano, voltou a disputar uma vaga no legislativo federal e foi reeleito deputado, o mais votado do Estado (173.657 votos). No exercício do terceiro mandato como deputado federal, conquistado em 2002, Eduardo Campos destacou-se como articulador do Governo Lula nas reformas da Previdência e Tributária e figurou, por três anos consecutivos, na lista do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso.

Em 2003, tomou posse como ministro de Ciência e Tecnologia, o mais jovem no primeiro mandato do governo do presidente Lula. Algumas das principais conquistas da gestão de Eduardo à frente do ministério foram a aprovação da política industrial e de inovação, e da lei que autoriza pesquisa com células-tronco. Em 2005, Eduardo assumiu a presidência nacional do PSB. Em 2006, lançou sua candidatura ao Governo de Pernambuco e foi eleito com 65% dos votos. Em 2010, disputou a reeleição e obteve a vitória no primeiro turno com mais de 82% dos votos válidos (3.450.874), sendo essa a maior votação proporcional para governador no Brasil nessas eleições.

Na sua gestão, o Governador Eduardo Campos colocou as contas públicas de Pernambuco na internet com o Portal da Transparência do Estado - considerado pela ONG Transparência Brasil o segundo melhor do país entre os vinte e sete estados da federação. Um dos destaques do governo de Eduardo é a remodelação do serviço de saúde pública com a construção de três novos hospitais e 14 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Entre os projetos de qualificação profissional está a implantação de 13 escolas técnicas em todas as regiões do Estado. A redução dos índices de violência também tem grande destaque. Com o Pacto Pela Vida, programa do Plano Estadual de Segurança Pública, o índice de criminalidade (junho/2011) caiu em 27% em todo o estado, 36% na Região Metropolitana e 40% no Recife.

Durante o Governo Eduardo Campos, Pernambuco tem crescido acima da média nacional (3,5% em 2009) e batido sucessivos recordes de investimento (mais de R$ 2,4 bilhões em 2009, contra média histórica de R$ 600 milhões/ano) e a administração de Eduardo Campos é reconhecida como uma das mais eficazes do país, premiada pelo Movimento Brasil Competitivo, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que busca contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira, por meio do aumento da competitividade no país.

Em 2009, Eduardo Campos foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano. Em 2010, alcançou por duas vezes a primeira colocação no Ranking de Governadores estabelecido pelo Instituto Datafolha de Pesquisas, sendo uma dessas com 80% de aprovação entre os pernambucanos (dezembro/2010).
De:governo de Pernambuco

sábado, 8 de setembro de 2012

MARCHA CONTRA CORRUPÇÃO


Marcha contra corrupção reuniu 25 mil pessoas em Brasília

 


Mesmo com sol forte e baixa umidade relativa do ar, milhares de pessoas, sobretudo jovens, participaram, na Esplanada dos Ministérios, da Marcha contra a Corrupção. Em sua quarta edição, o ato reuniu menos gente que em anos anteriores. No ano passado, por exemplo, segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), a marcha reuniu 25 mil pessoas em movimento pacífico.

A redução do número de participantes foi atribuída pelos organizadores, entre outros motivos, como o clima e o feriado emendado com o fim de semana, à demora das autoridades em liberar o carro de som do movimento para acompanhar os manifestantes. Eles contavam com o carro de som para atrair parte do público que acompanhava o desfile oficial do Sete de Setembro, realizado do outro lado da avenida.

De acordo com Cláudia Cunha, uma das organizadoras do Movimento Brasil contra Corrupção (MBCC), já se esperava que a marcha atraísse menos gente, em razão do calor e do clima seco dos últimos dias. Mas, para ela, a “proibição” de que o movimento usasse o carro de som resultou em um número ainda menor que o esperado.

Inicialmente, o carro de som foi impedido de seguir junto com os manifestantes que se concentravam entre o Museu da República e a Biblioteca Nacional, o que não ocorreu em anos anteriores. Quando o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) autorizou a saída do veículo, os manifestantes haviam alcançado a Praça dos Três Poderes e o desfile oficial já havia terminado.

De acordo com Cláudia, a proibição partiu da Presidência da República e, na sua avaliação, serviu para desmobilizar os protestos contra a classe política. “Fomos proibidos pela Presidência de descer [o Eixo Monumental com o carro de som] para ajudar a movimentar a marcha e, inclusive, apoiar a segurança dos participantes”, disse ela à Agência Brasil.

“Isso com certeza diminuiu a adesão popular à marcha. Sem o carro de som, muitas pessoas que estavam do outro lado do Eixo Monumental não ficaram sabendo do movimento e foram embora assim que o desfile acabou”, acrescentou Marcos Freire, outro dos organizadores do MBCC.

De acordo com o coronel da Polícia Militar, Jailson Ferreira Braz, responsável pelo policiamento da área, o carro de som foi impedido de avançar devido a um acordo entre o governo do Distrito Federal e a Presidência da República para garantir a segurança da população. “Temos um acerto com a Presidência da República que prevê a interdição da via ao tráfego de veículos em geral. Tanto que os estacionamentos [dos ministérios] não puderam ser usados pela população”, disse.

Lembrado de que, em anos anteriores, o carro pôde acompanhar a marcha, o coronel disse apenas que a “demora na liberação do carro de som” não dependia dele. “Estou aqui para apoiar, inclusive, a Presidência da República. E o trânsito em geral não foi liberado até agora [13h]”.

Procurada, a assessoria de imprensa da Presidência respondeu que a questão é responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e que não tinha informações sobre o que aconteceu.

A PM-DF estima que entre 3 mil e 5 mil pessoas participavam do ato no momento em que o grupo deixou o local de concentração, portando faixas e cartazes pedindo o fim da impunidade. Já os organizadores calcularam que, somadas as pessoas que aderiram ao ato durante o percurso, o número total foi duas vezes maior. Segundo a PM-DF, somados todos os eventos, incluindo a cerimônia oficial, cerca de 38 mil pessoas compareceram à Esplanada dos Ministérios, onde também ocorreu o Grito dos Excluídos.