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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

 

Quase um milhão de baianos vive em favelas ou ocupações, diz IBGE

Estado possui 280 aglomerados subnormais, situados em 10 cidades.
Salvador é a 4° cidade no país com maior número de favelas ou ocupações.




A Bahia possui 280 aglomerados subnormais, como favelas e ocupações, distribuídos em dez cidades, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) referentes ao ano de 2010, divulgados nesta quarta-feira (21). Nesses locais moram 303.222 mil famílias baianas, que totalizam 970.940 habitantes, aponta a pesquisa.
Segundo o Instituto, um aglomerado subnormal é um conjunto de no mínimo 51 unidades habitacionais, que podem ser barracos, casas ou outras moradias consideradas carentes. Esses conjuntos são fruto de ocupação ilegal de terra - podem ser favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades ou vilas.

A região nordeste apresentou aglomerados em 70 cidades, das 1.794 em todo o país, sendo que 52 delas estão localizadas em regiões metropolitanas.
Uma delas é Salvador, a quarta de 20 cidades brasileiras que concentram 88,6% dos domicílios em aglomerados subnormais.
A capital baiana registra o número de 852.700 pessoas vivendo nesses locais, quantidade que corresponde a 26,1% dos seus mais de três milhões habitantes. Nessa categoria, a cidade de São Paulo foi indicada pela pesquisa como a de maior índice de população em favelas e ocupações, com 11% da população residentes em aglomerados.
Ao todo, foram identificados 6.329 aglomerados subnormais em 323 municípios do país. Neles, estão 3.224.529 de domicílios particulares (5,6% do total). A maior parte da população é de mulheres, 5.853.404 contra 5.572.240 homens O instituto informou que faz esse tipo de levantamento desde 1991, mas que este ano utilizou imagens de satélite de alta resolução para atualizar essas áreas.

 Do G1 BA

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Serra chama de 'lixo' livro de Amaury Jr. sobre privatizações

do governo FHC.



O ex-governador José Serra (PSDB-SP) chamou de “lixo” o livro “Privataria Tucana” 
do jornalista Amaury Ribeiro Júnior. Na publicação, o repórter fala de um suposto
esquema de corrupção no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso 
que envolveria Serra, que ocupou a pasta do Planejamento.
“Vou comentar o que sobre lixo? Lixo é lixo”, afirmou Serra ao ser questionado sobre
o livro. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez um comentário breve sobre o livro.
"Não é uma literatura que me interesse. Os que se interessarem devem lê-lo", declarou
. Os dois participaram nesta tarde da inauguração de uma sala da liderança tucana na 
Câmara batizada de Artur da Távola.
Amaury Ribeiro Júnior foi acusado no ano passado durante a campanha eleitoral de  
ter encomendado a quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB. Tiveram o  
sigilo violado o vice-presidente do partido, Eduardo Jorge Caldas Pereira, a filha de 
Serra, Verônica, entre outros. O jornalista negociou participação na pré-campanha da 
presidente Dilma Rousseff. Amaury afirmou na época que estava buscando informações
para seu livro e negou a prática de ilegalidade.
De:Agência Estado

Nota do estadão em 25/10/2010
"O jornalista Amaury Ribeiro Júnior foi indiciado nesta segunda, 25, pela Polícia Federal
 por quatro crimes: violação de sigilo fiscal, corrupção ativa, uso de documentos falsos e 
por dar ou oferecer dinheiro ou vantagem à testemunha. Amaury prestou depoimento na 
superintendência da Polícia Federal em Brasília, das 10h30 às 17h de hoje, ao delegado
Hugo Uruguai, que comanda investigação sobre a violação do sigilo fiscal de vários 
dirigentes do PSDB e de pessoas ligadas aos tucanos, entre eles, Verônica Serra, filha
do candidato à presidência da República, José Serra."

Será vingança?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Via Bahia presta esclarecimentos na ALBA

"Aumento de pedágio é ilegal", diz Zé Neto
Deputado Zé Neto lamenta o desempenho da concessionária e vai acionar o MPF
A Comissão de Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho reuniu-se, na Assembleia Legislativa da  Bahia, na manhã desta quarta-feira (14), para ouvir o superintendente da concessionária Via Bahia. José Carlos Navas foi convidado a fazer uma apresentação das ações implantadas pela empresa nas BRs 314 e 116, nos trechos que estão sob sua administração. Participaram do encontro o Líder do governo na casa, deputado Zé Neto (PT), e o presidente e vice-presidente da comissão, deputados Pedro Tavares (PMDB) e Cacá Leão (PP), respectivamente.

A Via Bahia começou a administrar as estradas a partir do dia 20 de outubro de 2009 e, segundo o contrato de concessão, a empresa fica encarregada de reestruturar, concertar e recuperar as rodovias. Além disso, deve realizar obras de ampliação e melhoria, algumas obrigatórias, não obrigatórias e outras condicionadas. O prazo para a finalização das intervenções é de cinco anos, no entanto, existe um cronograma com as etapas que precisam ser cumpridas até a conclusão das obras.

A primeira consiste em trabalhos iniciais nas rodovias, tais como: restruturação dos pavimentos e acostamentos, da sinalização vertical e horizontal, desobstrução das canaletas, recuperação da parte elétrica e roçada e capina nas margens da rodovia.

Segundo o Superintendente da Via Bahia, José Carlos Navas, essas melhorias já foram feitas e tentou tranquilizar os parlamentares e a sociedade baiana. “Nos dois primeiros anos de concessão tínhamos que fazer as medidas emergenciais e todos os projetos. Nesse terceiro ano, vamos encher as rodovias de máquinas e equipamentos, é um compromisso que assumo com todos vocês”, disse.

O líder da Maioria, Zé Neto, não disfarçou a insatisfação com o desempenho da Concessionária “foram feitas interferências e melhorias nas estradas, isso é perceptível, mas o que foi realizado ainda está longe do mínimo que é esperado”, afirmou.

O parlamentar vai encaminhar, na tarde desta quarta-feira, uma representação ao Ministério Público Federal solicitando, dentre outras coisas, a suspensão do aumento na cobrança do pedágio até que a Via Bahia possa realizar obras significativas nas estradas. “Sem cumprir integralmente a parte que lhe cabe no contrato, a empresa não pode aumentar a taxa de cobrança do pedágio. Isso é ilegal”, declarou Zé Neto.

A mobilização conta com o apoio de deputados da bancada e da oposição, além dos representantes baianos na instância federal, como os senadores Walter Pinheiro (PT), Lídice da Mata (PSB) e João Durval (PDT), e do deputado federal Rui Costa (PT).

No último dia 16 de novembro, uma decisão judicial determinou que a Via Bahia terá um prazo de 60 dias corridos para realizar os trabalhos iniciais estipulados pela contrato de concessão, sob pena de multa de R$ 50mil por cada dia de atraso.

De: site Zé Neto

terça-feira, 13 de dezembro de 2011


 PMDB quer continuar na chapa presidencial até 2014
O projeto representa apenas mais uma situação em que o PMDB aproveita para dar os seus
recados políticos aos demais integrantes da coalizão, sobretudo ao PT, que sempre reclama do 
gigantismo do parceiro.



  1. O PMDB vai aproveitar a votação do projeto que cria um plano de previdência 
  2. privada para os servidores públicos federais, que deverá ocorrer amanhã, para 
  3. dar um recado à presidente Dilma Rousseff: a legenda é fiel ao Planalto, confiável
  4. e merece continuar no condomínio presidencial em 2014, apesar do desconforto
  5. do PT com a aliança e de o PSB também estar de olho na vaga.
Com o senso de sobrevivência apurado, e cientes de que a presidente Dilma deseja 
mudar as regras do setor apesar da pressão dos sindicatos e da resistência das 
legendas de esquerda, os peemedebistas encamparam a ideia. O principal 
articulador do projeto é o ministro da Previdência, indicado pela legenda:
Garibaldi Alves (RN). “A presidente Dilma pode contar conosco, mais de
80% do partido votará a favor da proposta do governo”, avisa o líder 
do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
Henrique Alves não cita os petistas, mas é claro na provocação ao defender
a proposta redigida pela equipe econômica: “Apesar de alguns que ainda insistem 
em debates emocionais, nós temos a certeza de que um projeto como esse é
importante para o país”, provocou. Vale também para o PSB, que aposta 
rescer nas eleições municipais para ser alternativa caso Dilma queira divorciar-se do
PMDB em 2014.
Os partidos de esquerda e os sindicatos estão especialmente preocupados 
com os efeitos políticos da aprovação de um projeto dessa natureza pela 
proximidade do ano eleitoral. “Eu não entendo como o nosso governo concorda 
em assumir um desgaste desse tipo”, reclama o diretor executivo da CUT e 
coordenador do setor público da entidade, Pedro Armengol. “O PMDB não
precisa se preocupar com esse desgaste, eles e o PSDB são a mesma coisa. 
Nós é que temos de carregar esse peso”, reclamou.
Na semana passada, os sindicatos perturbaram os petistas, sobretudo o relator 
do projeto, deputado Ricardo Berzoini (SP), ex-ministro da Previdência e 
ex-presidente do Sindicato dos Bancários. Berzoini era titular da pasta,
em 2003, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao 
Congresso o projeto de reforma da Previdência. A base sindical do PT 
estrilou, parte dos parlamentares deixou a legenda para fundar o PSol 
e Lula só conseguiu aprovar a taxação de 11% dos inativos. Em 2005, 
estourou o escândalo do mensalão, Lula foi às ruas buscar apoio dos 
movimentos sindicais e sociais e, ao ser reeleito em 2006, sepultou qualquer
mudança nova nas regras de previdência do funcionalismo público.
Os partidos aliados sabiam que Dilma retomaria a proposta do fundo 
de previdência privada do funcionalismo. Tanto que o PMDB reclamou muito
ao ser informado de que o Ministério da Previdência ficaria com o partido.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), primeiro a ser cogitado para o
cargo, disse “não, obrigado”, afirmando que seria mais útil ao país cumprindo 
seu mandato na Casa.
Sobrou para Garibaldi. Um ano depois, o partido sente-se confortável.
Está adorando a chance de polarizar com os aliados de esquerda. “Eles não 
podem esquecer que somos da chapa presidencial. Não somos integrantes
da base, somos governo”, lembrou um aliado do vice-presidente da República, Michel Temer.

Fonte: Folha do Estado

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PSB se desvincula do PT e já sonha com o Planalto

Em 12º Congresso, sigla debate estratégia de 2012, quando disputará em 1.500 cidades; Eduardo Campos é aclamado como ‘presidente’

BRASÍLIA - Aos gritos de "Brasil, pra frente, Eduardo presidente", por parte de militantes partidários, o PSB abriu nesta sexta-feira, 2, o seu 12.º Congresso do partido, em Brasília, mostrando que já inicia uma ofensiva para se desvincular do PT nas eleições presidenciais de 2014 e até ter uma candidatura própria. Ou, se repetir a aliança, ter cacife suficiente para tomar o posto de vice, hoje com o PMDB.
Reconduzido à presidência do PSB, Eduardo Campos fala em aliança com oposição - Beto Barata/AE
Beto Barata/AE
Reconduzido à presidência do PSB, Eduardo Campos fala em aliança com oposição
Para tanto, o objetivo do PSB é crescer nas eleições municipais do ano que vem. Eduardo Campos disse que o partido participará do pleito em 4 mil municípios, com cabeça de chapa em cerca de 1,5 mil. Nas contas do partido, será possível eleger perto de 500 prefeitos. Hoje, o PSB tem 302. O partido faz as contas. Quando Luiz Inácio Lula da Silva venceu a eleição em 2002, o PT fez 292 prefeitos.
"Nosso partido foi o que mais cresceu em 2008, em 2010 e será também o que mais crescerá em 2012", proclamou Campos, para delírio da plateia que tomou o Auditório Petrônio Portella, no Senado. De acordo com informações de bastidores do PSB, para crescer o partido decidiu abrir o leque de alianças no ano que vem. Fará parcerias com os aliados tradicionais, como PT, PC do B e PDT, além do recém-criado PSD e do PSDB.
Embora já tenha sido procurado por integrantes da direção do partido que o consultaram sobre a possibilidade de se candidatar a presidente em 2014, Campos preferiu dizer que, por enquanto, prefere esperar o resultado das eleições do ano que vem.
Ele se sente em dívida com o ex-presidente Lula, que o nomeou ministro da Ciência e Tecnologia logo depois que a Justiça o inocentou do processo de fraude em precatórios, durante o governo do avô, Miguel Arraes, no final dos anos 90. Lula o ajudou a se eleger governador de Pernambuco em 2006.
Nos bastidores, o governador tem dito que se sente numa encruzilhada. De um lado, deve fidelidade a Lula e, por extensão, a Dilma Rousseff. Por outro, vê-se fortalecido por um partido que está crescendo e por incentivos para que se prepare para uma candidatura no futuro, talvez não em 2014, mas em 2018, vindas do próprio Lula.
"O PSB tem feito muito bem para o Brasil e bem para os locais onde governa. Há uma grande frente de esquerda no País que tem dado certo. E estamos crescendo muito. Com isso, cresce a nossa responsabilidade", afirmou o governador.
Futuro. Um provável adversário - ou aliado, dependendo das circunstâncias - de Eduardo Campos no futuro poderá ser o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
Campos afirmou que é amigo dele. "Nós somos de uma mesma geração, embora ele seja um pouquinho mais velho que eu. Ele acompanhava o avô (Tancredo Neves) e eu o meu avô (Miguel Arraes)", lembrou o governador.
Disse ainda que o destino sempre os fez caminhar juntos. Foram deputados federais em três legislaturas. E, quando Aécio Neves foi candidato a presidente da Câmara, mesmo contra o PSDB, ele o apoiou. Mais à frente, já na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte, em 2008, Aécio, que era governador, formou uma aliança informal com o PT e apoiou Márcio Lacerda, do PSB.
O governador lembrou que, juntamente com Aécio Neves tem atuado numa forma diferente de fazer política. Eles procuram ajudar a romper tensões quando elas surgem. Aécio, por exemplo, atuou em 2005 para impedir que partidos de oposição, como o PSDB, iniciassem uma frente para pedir o impeachment do presidente Lula.
Na época, estourou o escândalo do mensalão e as suspeitas chegaram ao Palácio do Planalto e ao próprio presidente. O tucano Marconi Perillo, governador de Goiás, afirmava que Lula havia comentado com ele que tinha recebido advertências sobre o pagamento do mensalão. A atuação de Aécio foi fundamental para evitar a luta da oposição para fazer o impeachment de Lula.
de O Estado de S.Paulo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

ABERTA INSCRIÇÃO PARA PROVIMENTO DE VAGAS DO QUADRO DA PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA.

A Prefeitura de Feira de Santana abre nesta quinta-feira (1º) as inscrições do concurso para 213 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. .

CLIQUE AQUI E FAÇA SUA INSCRIÇÃO

As inscrições devem ser feitas até o dia 20 de dezembro, exclusivamente pela internet, no site da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e no site da prefeitura. A taxa varia de R$ 30 a R$ 90.

Os cargos são de professor de educação infantil aoano do ensino fundamental (50 vagas), secretário escolar (20), técnico de enfermagem (20), especialista em educação (20), agente de trânsito (15), auditor fiscal (15), médico (10), enfermeiro (10), motorista (10), engenheiro civil (8), operador de máquinas pesadas (7), assistente social (6), arquiteto (5), fiscal de serviços públicos (5), contador (3), intérprete de libras (3), engenheiro agrônomo (1), engenheiro ambiental (1), engenheiro químico (1), biólogo (1), geólogo (1) e mecânico de máquinas e veículos (1).

Os salários variam de R$ 545,00 a R$ 5.507,65 para auditor fiscal com as gratificações. Fica reservado o percentual de 20% do total de vagas para os candidatos afrodescendentes ou indígenas. As provas objetivas estão previstas para o dia 25 de março de 2012.